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Sindicato dos Ferroviários de São Paulo


Acontece no mundo

Israel e Hamas trocam acusações de violação de cessar-fogo em Gaza


O governo israelense acusou nesta sexta-feira (1) o movimento islamita Hamas e seus aliados de violação flagrante do cessar-fogo na faixa de Gaza, menos de quatro horas após sua entrada em vigor para uma duração de 72 horas. Pouco antes, fontes médicas palestinas indicaram que oito palestinos haviam morrido em Rafah, no sul da Faixa de Gaza, pouco depois do início da trégua. Jornalistas da agência AFP também ouviram disparos no norte do reduto palestino. Leia mais (08/01/2014 - 06h07)



Um dia antes do 11/9, Clinton disse que EUA poderiam ter matado Bin Laden


O ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton (1993-2001), afirmou um dia antes dos históricos atentados contra as Torres Gêmeas de Nova York que poderia ter matado o líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, antes do fim de seu mandato. Tal afirmação está presente em uma gravação de áudio revelada agora, quase 13 anos depois, por um ex-líder dos liberais australianos, Michael Kroger, que participou de uma reunião com Clinton um dia antes dos atentados de 11 de setembro de 2001. "Osama bin Laden é um sujeito inteligente, passei muito tempo falando sobre ele e quase o capturamos uma vez. Poderíamos tê-lo matado, mas isso significaria a destruição de uma pequena cidade no Afeganistão, chamada Candahar, e teria causado a morte de 300 mulheres e crianças", disse o ex-presidente naquela ocasião. Leia mais (08/01/2014 - 05h48)



Orientalíssimo: Israel e os Estados árabes contra o Hamas


Esses são alguns dos dias do ano em que o mundo olha para o Oriente Médio, lhe entrega a sua opinião e volta a seus afazeres anteriores. A guerra em Gaza inundou meu Facebook e meu Twitter com os relatos mais ... Leia post completo no blog Leia mais (08/01/2014 - 05h04)



Entra em vigor cessar-fogo de 72 horas entre Hamas e Israel


O cessar-fogo de 72 horas acordado entre o movimento islamita Hamas e Israel entrou em vigor hoje às 8h locais (2h de Brasília), depois que as partes aceitaram um pedido da ONU. O acordo foi anunciado na noite de quinta-feira (31) pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e pelo chefe da diplomacia americana, John Kerry. O anúncio da trégua se tornou público depois que o enviado especial da ONU à região, Robert Serry, recebeu a confirmação tanto de Israel como do Hamas. Leia mais (08/01/2014 - 03h51)



Ódio a Israel


O Hamas tem dois grandes aliados: um número maior de mortos e o ódio covarde a Israel. É um ódio dissimulado, sem coragem de dizer seu nome, que usa os corpos de mulheres e crianças como escudo moral, mas que mal esconde sua natureza. Sessenta e seis anos depois da "partilha", renegada, então, pelo mundo árabe –e só por isso surgiu uma "causa palestina"–, eis que Israel continua a lutar por sua sobrevivência. Já teria sido "varrido do mapa" se, confiante na paz, não houvesse se preparado para a guerra. O país poderia ter sucumbido já em 1948. Resistiu. Poderia ter sucumbido em 1967, mas venceu espetacularmente. Poderia ter sucumbido em 1973 –e preferiu, de novo, sobreviver. Mas seus inimigos, e não me refiro aos palestinos, ganharam a guerra de propaganda. O espírito de um tempo sempre se impõe à maioria das consciências porque não se faz de um único equívoco, mas de muitos, que se combinam num sistema e tornam a ignorância confortável. Prevalece até que equívocos novos componham outra metafísica influente. Israel hesitou bastante em fazer a incursão terrestre a Gaza. Seriam muitos os mortos, dadas as características demográficas da região e a forma como o Hamas se organiza. Adicionalmente, tinha-se como certa a perda de soldados. O óbvio está se cumprindo. Há quantos anos o mundo assiste impassível à conversão de Gaza numa base de lançamento de mísseis? Quantas foram as advertências ignoradas pelo Hamas? Como reagiu a organização terrorista ao assassinato de três adolescentes judeus? Justificou a ação criminosa, aplaudiu-a e chamou o inimigo para a guerra, esgueirando-se, armada até os dentes, entre mulheres e crianças, cujo sangue fertiliza seus delírios homicidas. Leia mais (08/01/2014 - 02h00)



Israel e Hamas aceitam cessar-fogo humanitário incondicional de 72 horas


O governo de Israel e o movimento radical palestino Hamas concordaram em realizar um cessar-fogo humanitário com duração de 72 horas a partir das 8h desta sexta-feira (2h de Brasília). É a mais longa paralisação do combate desde seu início, no último dia 8. O acordo foi divulgado pelo secretário de Estado americano, John Kerry, e pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em um comunicado conjunto. O pronunciamento diz que israelenses e palestinos deram garantias de que a trégua seria incondicional e de que haveria mais negociações para um cessar-fogo duradouro. O texto também afirma que as "forças israelenses no solo vão permanecer no local" durante a trégua. Leia mais (07/31/2014 - 18h43)



'Selfies' de soldado russo sugerem operação militar de Moscou na Ucrânia


Fotos postadas por um soldado russo em sua conta no Instagram sugerem que Moscou estaria efetuando operações militares em território ucraniano. Uma das imagens mostra o soldado Alexander Sotkin, 24, com um lançador de mísseis Buk, o mesmo modelo que, segundo o governo de Kiev e os EUA, teria abatido um avião com 298 pessoas a bordo no último dia 17. Segundo a ferramenta de geolocalização do Instagram, Sotkin postou no início de julho uma foto da vila de Krasna Talychka, no leste da Ucrânia, região controlada por rebeldes pró-Rússia. Leia mais (07/31/2014 - 18h35)



Explosões causadas por vazamento de gás matam ao menos 24 em Taiwan


Uma série de explosões provavelmente provocada por um vazamento de gás propano atingiu Kaohsiung, segunda maior cidade de Taiwan, na noite desta quinta-feira (31). Ao menos 24 morreram e 271 ficaram feridas, segundo o último balanço da Agência Nacional de Incêndios, que teme que este número possa aumentar. Dentre as vítimas, estariam cinco bombeiros. Ainda não está clara a origem do vazamento. Leia mais (07/31/2014 - 18h02)



Há um ano exilado na Rússia, Snowden é assunto quase esquecido nos EUA


Considerando a tensão atual das relações entre EUA e Rússia, o caso Snowden certamente não está do topo da lista de prioridades do presidente dos EUA, Barack Obama. Tanto a extradição como um retorno voluntário do ex-colaborador da NSA, que é frequentemente discutido por círculos políticos em Washington, parecem atualmente possibilidades fora da realidade. Recentemente, o ministro alemão da Justiça, Heiko Maas, recomendou a Edward Snowden que entrasse em acordo com o governo dos EUA sobre condições para um retorno ao país, afirmando que o americano não poderia ficar a vida inteira no exílio. Até mesmo alguns meios de comunicação dos EUA, como a rede de televisão ABC, citaram o político alemão –um quase desconhecido em seu próprio país. Mas um acordo parece estar longe de ser alcançado. "Nunca digo jamais. Mas acho que é extremamente improvável que Snowden retorne aos Estados Unidos", opina Ken Gude, especialista em inteligência do Center for American Progress. O congressista republicano Charlie Dent também não acredita que Snowden retorne voluntariamente. "Também tenho as minhas dúvidas se o governo iria realmente realizar negociações sérias com ele." Leia mais (07/31/2014 - 16h04)



Separatistas ucranianos admitem colaboração de cidadãos russos


Um cheiro pesado paira em frente ao antigo memorial de guerra. Na semana passada, as autoridades do Slaviansk desenterraram aqui mais de uma dúzia de corpos, segundo Valery Stupko, historiador no museu da cidade. Ele testemunhou como os rebeldes pró-russos mantiveram Slaviansk ocupada de abril a julho: "O próprio líder deles escolheu este lugar para a cova. Casos eles voltassem, caso a República Donetsk vencesse, então, este aqui deveria ser o símbolo de sua luta, para honrar a ajuda da Rússia." Slaviansk, no leste da Ucrânia, era tida no início de julho como o bastião das milícias pró-russas. À medida que o Exército ucraniana avançava sobre a cidade e a cercava, os rebeldes começaram a enterrar mais e mais vítimas perto dos postos de controle. Para Valery Stupko e outros cidadãos de Slaviansk, estava claro: aqui também lutavam russos. Moscou continua negando e, oficialmente, se faz passar por um mediador da paz. Leia mais (07/31/2014 - 16h01)



Agente da ONU chora ao comentar sobre situação de palestinos em Gaza


A agência que representa a Organização das Nações Unidas (ONU) em Gaza está em dificuldades para lidar com uma avalanche de quase 250 mil refugiados que repetidamente estão sob fogo israelense. Sem dinheiro, a principal agência da ONU na Palestina, a Unrwa, diz que mal consegue lidar com a crise humanitária desencadeada por mais de três semanas de combates entre militantes islâmicos e Israel. Ao explicar, para a rede de televisão Al Jazeera, do Qatar, a escala de civis sofrendo, um porta-voz da Unrwa simplesmente começou a chorar. Leia mais (07/31/2014 - 15h53)



Brasil con Ñ: Un poco de luz sobre el default de la Argentina


POR NATALIA FABENI, DE SÃO PAULO La Argentina entró ayer en default una vez más. Como soy argentina (y vivo y trabajo en Brasil), en las últimas semanas, mientras al gobierno de la presidenta Cristina Kirchner le iba quedando cada ... Leia post completo no blog Leia mais (07/31/2014 - 15h50)



Jazz salvou músico de origem judaica dos campos de concentração


Há algumas semanas, jornalistas apertavam-se na casa de Heinz "Coco" Schumann, num subúrbio no oeste de Berlim, para celebrar os 90 anos do músico. Sua humilde residência se parece com a de qualquer outro alemão nonagenário. No entanto, um olhar mais atento sobre as fotos nas paredes revela uma vida que foi moldada e, de certa maneira, salva pela música. Os pais de Schumann eram alemães –o pai, protestante e a mãe, judia. Ele ficou em Berlim durante os primeiros dez anos do regime nazista e se recusava a usar uma estrela amarela. Enquanto seus pais se mudavam por Berlim, às vezes se escondendo na casa de amigos alemães, Schumann construiu uma reputação na cena jazz alternativa de Berlim –que permaneceu popular apesar das autoridades nazistas proibirem o gênero popular americano. "Prenda-me também" Em 1942, Schumann teve seu primeiro confronto com as leis raciais nazistas. Um grupo de oficiais da SS? polícia de elite do regime? entrou num bar onde o músico e sua banda tocavam. Os guardas procuravam por judeus e outros que o governo alemão tentava erradicar. Após a entrada dos oficiais, um membro judeu do público subiu no palco e tentou escapar pela porta traseira, enquanto Schumann e sua banda continuavam tocando. Leia mais (07/31/2014 - 15h49)



Casa Branca diz que ataque de Israel contra escola da ONU é 'indefensável'


A secretaria de imprensa do presidente americano Barack Obama chamou o ataque israelense a uma escola da ONU em Gaza de "inaceitável" e "indefensável", em comunicado nesta quinta (31). A declaração é a crítica mais forte a Israel feita pelos Estados Unidos no atual conflito. O ataque aconteceu na quarta-feira (30), e atingiu cinco mísseis em uma escola da ONU que estava sendo usada como acampamento por famílias palestinas desabrigadas. Ao menos 15 pessoas morreram. Os Estados Unidos também pressionaram Israel a fazer mais esforços para poupar a vida de civis durante a ofensiva. "Está claro que precisamos que nossos aliados em Israel façam mais para cumprir os altos padrões que eles estabeleceram", disse a secretaria de imprensa. Leia mais (07/31/2014 - 15h19)



CIA admite espionagem a grupo do Senado dos EUA que investigava abusos


A CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos) admitiu ter espionado indevidamente a rede de computadores da Comissão de Inteligência do Senado americano, que investigava o programa de detenções e interrogatórios da agência. Em comunicado, a agência informou que fez uma sindicância interna na qual se concluiu que houve "ação inapropriada" dos agentes que acessaram o sistema do Senado, mas não deu mais detalhes sobre a investigação. Segundo a CIA, o diretor do órgão, John Brennan, pediu desculpas aos dois senadores que lideram a comissão, a democrata Dianne Feinstein e o republicano Saxby Chambliss, e abriu uma comissão para decidir se punirá os agentes. Leia mais (07/31/2014 - 15h16)



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